body{background:#000;}
#TD{width:50%;
font: 10pt tahoma;
margin:30px;
color:#fff;
text-align:Justify;}
.faq{width:px;
font: 10pt tahoma;
margin:30px;
color:#fff;
text-align:Justify;}
b{color:#FF0007;}
i{color:#00FFFF;}
u{color:#FFF800;}
a{color: #99FF00;}
h1 {text-align:center;
color: #FFF800;
padding:2px;
font:17pt/9pt impact;
margin:0px;}
h3 {text-align:center;
color: #FFF800;
padding:2px;
font:14pt/9pt impact;
margin:0px;}
h2 {text-align:center;
color: #EBB800;
font-size:15px; padding:2px;
font:9pt/1pt century gothic;
margin:0px;}
/>
Ops....
Leia antes a história de Enng, que é extremamente relacionada.
Naquele dia, um ancião havia saído para caminhar perto de sua casa, na montanha do terror. Durante sua caminhada, ele ouviu um choro fraco, vindo de algum lugar no meio da neve. Seguindo o choro, ele se deparou com uma criança-lenny parcialmente coberta de neve, com pequenas manchas vermelhas por todo o corpo. A criança foi levado rapidamente ao hospital local e, para o espanto dos médicos, sobreviveu.
1ª Parte
Resumo dos primeiros 13 anos.
A criança não soube dizer aos médicos de onde tinha vindo, tampouco seu nome. Quando foi encontrada, aparentava 5 anos, mas tinha o vocabulário de uma criança com o dobro da sua idade. Foi batizada de Katara; passou a morar num orfanato, onde aprendeu o que qualquer criança comum aprenderia em uma escola comum. Não que ela fosse estranha; não, não havia nada de errado com ela. Mas
alguma coisa nela fazia com que todos ao seu redor imediatamente gostassem dela.
Seu único problema, é que ela não tinha nem um pingo de coragem. Quando se tratava de defender a si mesma, Katara não conseguia fazer outra coisa senão abaixar a cabeça e escutar qualquer que seja o insulto. Ela também não tinha bom físico; não conseguia voar nem correr grandes distancias.
Katara sempre foi boa com os outros que moravam com ela. Mais velha, ela passou a trabalhar com os funcionários, cuidando das crianças mais novas e ensinando as que tivessem dificuldades
(Katara não tinha dificuldade alguma em pegar matérias novas. Era como se ela já tivesse aprendido tudo aquilo antes, e estivesse apenas revendo os assuntos que deveriam ser novos). Ela também conduzia as visitas, mas sempre que lhe perguntavam se ela gostaria de ser adotada, ela dizia que estava feliz ali.
Sua vida continuou assim até que ela completasse 18 anos de idade.
2ª Parte
Fim da tranquilidade
--- Sinto muito Katara. Eu sei que você gosta daqui, mas realmente temos que fechar. Você agora é legalmente maior de idade, pode levar a sua vida como quiser, mas saiba que sempre vai ter a quem recorrer, aqui na montanha, se precisar de nós.
--- Eu entendo, Ana. O que realmente importa é que todas as crianças ganharam um lar e estão felizes agora. Não há mais nada que eu possa fazer por eles, então, decidi que quero conhecer o mundo. Em algum lugar aposto que há alguém precisando de mim, e eu vou encontrar quem quer que seja. Não se preocupe comigo, eu vou ficar bem. É uma promessa
-- Katara sorria enquanto dizia isso. Era uma lenny fada adulta, graciosa e com asas fortes o suficiente para aguentar um voo não muito longo.
--- Se você diz... Boa viagem. Nunca conheci alguém que se preocupasse tanto com os outros. Espero que haja mais gente como você por aí...
2.1: 1ªParada
Tyrannia
Com ajuda dos seus amigos, ela chegou rapidamente à base da montanha. Despediu-se de todos os que a acompanhavam e de seu lar, e partiu para o desconhecido, em direção às terras selvagens da tyrania.
Katara começara sua viagem quase que de mão vazias. Não tinha planos, carregava apenas um saco de dormir, algumas ferramentas, comida enlatada, poucas roupas e acima de todo o resto, um Weewoo de pelúcia, seu confidente, aquele que lhe faria companhia silenciosamente durante a viagem. Também não sabia pelo que exatamente procurava. Não contara isso a ninguém, mas sempre houvera algo dentro dela, uma vozinha fraca dizendo que ela deveria partir, procurar por alguma coisa. Essa voz parecia ter crescido depois que recebera a notícia de que o orfanato fecharia, junto com o pânico e a tristeza que viera naquele momento. Agora, a vozinha a empurrava para frente, em direção ao desconhecido. Nunca teria tido coragem de deixar seus amigos para traz, pois sabia que eles ficariam preocupados com ela e com saudades. Mas
Aquilo que a forçava para frente era simplesmente impossível de ignorar; simplesmente
maior do que ela.
Depois de dois dias de viagem, parando apenas para comer e dormir, ela estava na tyrannia. Porém, continuava a sensação que ela ainda não estava no lugar em que tinha que estar. E Katara continuou, até porque, essa era a única opção que ela via.
Perambulou pela selva tyrannia procurando uma maneira de deixar o lugar por mar, fugindo dos tyrannianos que balançavam sua clavas enquanto diziam ofensas numa língua que ela não entendia (não podia ter certeza se eram mesmo ofensas, mas o tom de voz dos que as proferiam não era nem um pouco amigável).
Havia acabado de despistar um grupo particularmente ameaçador, e agora estava numa área de floresta fechada longe do vilarejo. Ela ouvia o barulho do mar, e imaginou que estivesse perto. A viagem havia feito que ela percebesse como era covarde. Nunca tivera que enfrentar problemas na montanha do terror, e agora, fugindo de seres selvagens e se escondendo em uma floresta onde as árvores bloqueavam a luz do dia, ela finalmente percebia como tinha problemas para controlar o medo. Novamente,
Aquilo sobressaía-se até ao medo, forçando-a a continuar, antes mesmo que tivesse a chance de pensar em voltar.
Ela foi até onde achou que havia ouvido o som do mar, e constatou que era uma baía, perfeita para sair de barco. No horizonte, era possível ver o reino de Meridell, que seria seu próximo destino. Algo parecia pular de ansiedade dentro dela, pressionando-a ainda mais. Derrubando algumas árvores mais fracas, Katara conseguiu fazer uma balsa improvisada, e com ela, partiu em direção a Meridell.
2.2: 2ªParada
Meridell
A distância era maior do que ela previra. Levou 4 dias para chegar à Meridell; mais do que o esperado, calculando pelos mapas que estudara nas suas aulas de geografia. A essa altura, já havia esgotado toda a comida que trouxera, e precisaria comprar mais quando descesse no reino. Isso era um problema, pois ela tinha pouco dinheiro
(esperava ter a chance de trabalhar antes de ter que fazer compras)
Por sorte, comparando o preço dos alimentos, concluiu que tinha dinheiro suficiente para se alimentar por dois dias.
Mas isso não era tão importante como deveria ser.
Aquilo crescera, e
exigia que ela caminhasse cada vez mais rápido. Ao que parecia, o que ela queria (ou era obrigada a querer) se aproximava, mas, aparentemente, não estava em Meridell tampouco.
E, no mesmo dia, Katara deixou Meridell para traz.
2.3: 3ªParada
Brightale
Assim que pisou em Brightale, sentiu que estava onde devia estar. O que quer que
Aquilo a forçava a buscar estava ali, e toparia com ela a qualquer momento. Mas não teve chance de parar para descansar. Ela estava sendo forçada a correr em direção ao seu objetivo, quase em êxtase, ignorando os olhares das pessoas pelas quais passava.
Mas um choque a fez acordar. Havia corrido em direção a um barzinho de péssima aparência; todos os sentidos lhe diziam para voltar. Mas
Aquilo ignorava todos os outros sentidos, e a obrigava a entrar no bar. Mais cautelosa, nem de longe menos decidida.
E finalmente, ela sentiu um
BAM. Estava em um bar lotado, mas não sentia a presença de ninguém além dela e daquele que ela estivera procurando. Não sabia porque nem como reconhecia que ele era seu objetivo, afinal, era apenas um jubjub darigan, sentado de costas para ela, acompanhado de um gurslen que acabara de virar a cabeça para encara-la com olhinhos especulativos.
3ªParte
Enng, o puro mal
Katara deu alguns passos em direção ao jubjub. Ele não a olhou diretamente nos olhos, apenas se virou e desceu da cadeira em que estivera. Passou por ela deu um toque nela com uma das asas. Nesse momento, não existia mais
Aquilo. Agora, cada célula de seu corpo ordenava que ela o seguisse; não conseguia sentir medo mesmo que seu cérebro trabalhasse listando todos os possíveis problemas que ela poderia ter seguindo um desconhecido em uma terra desconhecida.
Ignorando os pensamentos que se atropelavam em sua cabeça, ela seguiu o jubjub, andando ao seu lado calada por alguns minutos, seguida de perto pelo gurslen, que ainda a analizava.
~~==~~
Logo, Katara ficou sabendo que o jubjub chamava-se Enng. Enng não parecia o tipo que se abriria com alguém, ou que se encomodaria de escutar a história de qualquer um, mas ambos pareciam incapazes de negar qualquer explicação que o outro quisesse. Enng soube sobre a montanha e o orfanato. Katara também ficou sabendo do banimento, da família que ele tivera e do laboratório. Ela estava chocada com a frieza com que ele tratava as pessoas ao seu redor, principalmente a família que ele rejeitara, coisa que ela sempre quisera.
A julgar pela história que ela ouvira, Enng era um demônio
(seu petpet confirmava com um sorriso malicioso sempre que ela fazia uma expressão de espanto a algum comentário dele). Ele a protegia, mesmo que tivesse que roubar ou ferir alguém para isso. Era bom para ela ter alguém que reagisse como ele, já que ela nunca seria capaz de lutar por si mesma. Só que... Ele era, ao seu olhar, mal de mais. Mas mesmo assim, ela sentia que ele era uma parte perdida dela própria, e esse sentimento não lhe permitiria fugir dele mesmo se quisesse.
Enng também não parecia aceitar muito bem sua maneira de se colocar sempre abaixo de todos, e sua completa falta de preocupação consigo mesma. Talvez ele a julgasse boa de mais, mas nunca mostrou intensão de deixá-la para traz.
Com Enng, Katara acabou aprendendo aos poucos a se defender, mas continuava com seu altruísmo cego. Com Katara, Enng tornou-se menos egoísta, mas a única pessoas que ele realmente significava alguma coisa para ele continuava sendo Katara. Ambos continuaram sendo boa & mal, e nada mudaria o que eles realmente eram.
Ambos tratavam um ao outro como irmãos, e seguiram viagem dessa forma.
O Petpet
Se é que isso é um petpet...
O petpet da Katara só foi citado uma vez nesse texto inteiro. Você pode pensar que ele não faz nada a história inteira, e está certo: ele não fez absolutamente NADA na história inteira. Isso porque ele é feito de pano, e só tem vida na mente da Katara. Sim, o petpet dela é um Weewoo Pelúcia, de nome Pooper.
Para Katara, Pooper é um confidente, um amigo fiel que ela pode levar por todo o mundo, que não exige nada além da sua compania. Ao sair da montanha do terror, ela considerou perigoso levar um petpet comum consigo, pois não sabia se teria condições de cuidar de si mesma, muito menos de outro ser vivo. Hoje, ele continua viajando com ela, Afferson e Enng, lhe fazendo companhia silenciosa....
Considerações finais
É, nem tudo foi bem explicado .-.
- Segundo a história de Enng, quando ele tinha 15 anos, sua metade boa e má foram separadas pelo raio do laboratório. A metade má ficou nele, e o transformou em jubjub darigan, e a boa foi expulsa de seu corpo-
Bom, a metade boa vagou por neopia e se fortalesceu, dando origem a um novo ser: Katara, uma lenny fada, que apareceu na montanha do terror cerca de 9 anos depois de Enng ser tranformado.
...
Se você não entendeu alguma coisa da história...
Por ter sido parte de Enng, Katara era mais desenvolvida mentalmente que as outras crianças da sua idade, embora seu físico fosse mais fraco. Ela sentia dejavú sempre que re-aprendia alguma coisa que Enng vivera quando ainda era 'inteiro'. Ela ficou com todas as qualidades 'boas'; é autruísta, gentil e amigável, porém, não sabe dizer 'não' e não enfrenta seus problemas (ela é muito insegura quando se trata de se defender) e sua força física é praticamente nula. Enng, obviamente, é o cantrário.
Aquilo que ela sentia empurrando-a de encontro a Enng (ele também sentia, mas não o afetava tanto por sua falta de insegurança em relação ao desconhecido) era sua ligação com ele, por causa de sua origem, que se intensificou quando o orfanato foi fechado. Ela tinha medo do futuro, pois não sabia exercer nenhuma profissão e não poderia depender de amigos para sempre. Então, não lhe restou nada a não ser seguir aquele instinto.
Juntos, eles acabaram passando suas qualidades um para o outro. Katara ganhou um pouco da segurança e força de Enng, e Enng ganhou um pouco de gentileza e autruísmo, mas nenhum dos dois sofreu uma mudança muito radical. Se se separarem, é provavel que ambos voltem a ser 'incompletos' como eram antes.
- Espera, eles são duas metades da mesma pessoa? Como pode? Você enlouqueceu?
Não tenho nenhum atestado de sanidade o/