{Apply feita pela vizualização do Mozilla Firefox - o IE pode apresentar variações}

Tocando: Sweet Scape (Gwen Stefani)

Agradecimentos:
- À dona da Chanel, pela oportunidade
- Ao Suta-raito pelas imagens das personalidades dos pets
- Ao sempre útil Tutorial de Apply do Miyukashi (que eu nunca sigo à risca)
- Aos avaliadores da apply, que fornecerão suas críticas (não é puxa-saquismo não, tá? -q)
- Ao Tutorial de Hospedagem de Música
- À _flowers___, que apareceu na hora certa e me ajudou a melhorar a apply *-*

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CAPÍTULO I - O COMEÇO DO FIM

Tudo começou no dia em que tudo devia ter terminado.
A noite estava calma, o céu límpido destacava a lua crescente que iluminava meu rosto com seu brilho perolado. A paisagem era belíssima, mas as ruas vazias me assustavam um pouco. Aqueles lados da Montanha do Terror costumavam ser mais movimentados no começo da noite.

Tentei ignorar as suposições ridículas na minha mente e apertei o passo, fingindo pressa. Então, um ruído saiu da folhagem coberta de gelo e minhas orelhas instintivamente levantaram-se na tentativa de captar melhor as ondas de som. Silêncio. Depois de alguns segundos, porém, o barulho se repetiu e eu acelerei um pouco mais. Seja lá quem ou o que fosse, não devia ter boas intenções.

Quase correndo, eu dobrei a esquina sem olhar pra trás, a adrenalina jorrando no meu sangue. Mas foi aí que ela apareceu. Na minha frente, uma ixi me encarava sombriamente, quase me consumindo por dentro. Mas algo além da malícia me chamou a atenção naquele rosto. E foi aí que eu percebi.
- Vira? – deixei escapar
- Você é tão bonita... mas pode ser ainda mais, minha querida... você pode vencer todos os concursos de beleza de Neopia... – ela sussurrou docemente
- Talvez você precise de um plano novo. Todos já conhecem esse seu truque. – debochei despreocupadamente.
Seu olhar então tornou-se fuzilante e eu fiquei um pouco assustada.
- Nesse caso... acho você não merece tamanha beleza...
- Eu não... - A dor calou minhas possíveis próximas palavras. Acho que perdi a consciência depois do quarto ou quinto feitiço. Não tenho certeza, a imagem à minha frente foi escurecendo e de repente tudo ficou gelado. E então, mais nada.

CAPÍTULO II - OBRIGADA

Eu acordei numa bolha lilás e não demorou muito pra eu notar que estava alguns palmos acima do chão. Havia alguém me observando e, conforme a imagem foi ficando nítida, eu percebi que era uma fada. Ao ver que eu despertara, ela levantou-se da sua cadeira e fez um aceno de mão para a bolha, fazendo a água lilás drenar e me deixar cair com um baque surdo no chão.
- Veja só quem acordou... Qual seu nome, querida?
- Eh... – eu hesitei, confusa – Chanel...
- Chanel... – ela repetiu pra si própria.
Após uma pequena pausa ela voltou-se para mim novamente.
- Bem, Chanel, eu consegui costurar suas feridas, mas não pude fazer nada pelo seu olho.
Até aquele momento eu não havia percebido nada de errado com meu olho. Então fechei o esquerdo e uma sensação muito estranha me invadiu. A imagem ficou perfeitamente igual. Então, abri o olho esquerdo e fechei o direito. Eu não enxergava nada. Eu estava...
- Sim, você está cega do olho esquerdo. Eu sinto muito. Eu tentei consertar, mas... Enfim. Mas você está viva!
- É... – minha voz falhou – obrigada.
- Tudo bem, querida.
- O que eu... – agora meu cérebro voltara a funcionar – o que eu posso fazer para te agradecer?
- Ora, ora... era aí que eu queria chegar – ela caçoou. – como eu te tirei da morte acho que você podia... sei lá, me ajudar com umas coisas.
- Claro, claro! Eu... é o mínimo que eu posso fazer, eu acho. – eu concordei, um pouco confusa ao ver seu semblante contorcer-se numa expressão sombria.

CAPÍTULO III - TAREFAS

Durante a primeira semana eu era mandada em busca pequenos itens para que Jhudora concluísse suas poções (somente o que os neopianos não encontravam). Conforme o tempo passava, porém, os trabalhos iam ficando mais importantes -- entregas para alguns seres dos quais eu jamais ouvira falar, auxílio direto durante os feitiços, entre outros. Eu parecia ter adquirido sua confiança rapidamente.

No geral eu mal tinha tempo para respirar, quanto mais para pensar no quanto minha vidinha ia de mal a pior. Eu tinha três horas de sono por dia, o que me deixava com uma aparência envelhecida e desgastada.

Eu não tinha idéia se quantas horas eu ficava fazendo aqueles serviços. Aliás, eu não tinha idéia há de quanto tempo eu chegara naquele lugar ou por quanto tempo eu ainda ficaria lá. Mas eu imaginava que Jhudora não planejava me libertar tão cedo.

CAPÍTULO IV - JAMES

Durante os próximos dias, minhas três horas de sono se transformaram em apenas duas. Eu chegava a passar algumas noites em claro pensando em como escapar dali. Eu traçava no papel diversos planos repletos de falhas.
- Nunca vai dar certo. - uma voz suave vinda de trás de mim tirou-me dos meus pensamentos.
- O... quê? - perguntei tentando não demonstrar meu susto e me virando de frente para o visitante.
- Você nunca vai conseguir sair daqui sozinha. - o yurble me encarava com seus olhos roxos e esverdeados.
- Ela... confia em mim. - eu aleguei, mesmo sabendo que ela jamais confiaria tanto em alguém.
- Ela quer que você pense isso. Para que quando você tentar se aproveitar disso ela te castigar como bem entender. - ele suspirou.
Como você...
- Eu já tentei - ele me interrompeu. - Há dois anos. - ele olhou para as queimaduras no pêlo branco.
- Eu... sinto muito...
- Não sinta. Eu fui burro.
Eu fiquei sem resposta e fez-se um momento de silêncio.
- Eu... vou ajudar você - seu sussurro quebrou a quietude.
- Eh.. obrigada, mas não vou colocar você em perigo de novo - murmurei, preocupada.
- Não se preocupe comigo. A gente vai conseguir - disse ele me dando as costas e fechando a cortina ao passar.
Era estranho, mas, por mais sem fundamento que fosse, aquela última afirmação de me deixara mais segura.

Bom, era bem verdade que James me encantava. Ele trabalhava para Jhudora há muito mais tempo que eu e acho que estava lá por ter pedido que a fada salvasse seu pai da morte. Sua característica mais marcante era talvez o mistério que ele parecia guardar em si. E ainda assim, sem conhecer quase nada sobre sua vida, eu sentia que podia confiar cegamente nele.

CAPÍTULO V - O ANIVERSÁRIO

Todas as noites James ia até meu... ninho (eu não sei como chamar aquele amontoado de cobertas separado do resto do cômodo maior por uma cortina esfarrapada) para planejar a fuga. Depois do que eu acredito ter sido pouco mais de um mês, ele tinha um plano final. E íamos colocá-la em prática no dia do Aniversário de Neopets.
- Ane! Ane! - eu sentia uma pata quente me sacudindo. - Ane, rápido!
- O.. quê? - eu abri os olhos.
- Vem logo, é hoje!
Eu levei alguns segundos para me situar, e quando finalmente entendi o motivo da ansiedade de James, eu levantei da cama num salto.
- É HOJE!
- Shhhhhhhhhhhhhhh - ele tampou minha boca. - arrume suas coisas e me encontre na entrada do castelo daqui a 30 minutos.
- Ok.

O dia do Aniversário de Neopets era a data perfeita para nossa fuga: todos em festa e Jhudora destraída, tentando fazer algo dar errado. Assim, nós teríamos uma grande chance de escapar despercebidos.

CAPÍTULO VI - O PLANO

A ansiedade banhava meu sangue e minhas pernas tremiam.
- Ela já saiu? - eu perguntei a James, enquanto me encaminhava à porta.
- Já - Ele murmurou. - Mas os Werhonds estão vigiando ali fora.
- Como a gente vai despistá-los?
- Não vamos. Nós vamos ter que voar. - ele afirmou, confiante.
- Voar?? Mas... nenhum de nós dois tem asas! - eu arregalei os olhos.
- Sei disso. Mas nós estamos numa mansão cheia de poções e experimentos, certo?
- Certo. - eu compreendi o plano.

A porta era enorme e parecia ter mais de 200 anos. A maçaneta era de ouro, mas parecia desgastada. Ainda assim, a chave entrou facilmente e a abriu com destreza.
- Me ajude aqui, é muito pesada - James resmungou, ao empurrar a porta com as costas.
O cômodo era fantástico. Milhões de gavetas se estendiam por toda a parede e frascos vazios invadiam o teto. Na parede oposta às gavetas, estantes cobertas de experimentos prontos, todos com uma fita verde ou vermelha na tampa. No centro do laboratório, dezenas de recipientes jaziam sobre uma longa bancada em formato de 'U', que contornava o caldeirão gigante e sujo depositado no chão.
- Deve estar numa prateleira - eu disse rapidamente, para evitar que James concluísse isto antes de mim. - E acredito que com uma fita verde.
- Acha que as fitas dizem se a experiência deu certo ou não? - ele perguntou, um pouco confuso.
- Só pode ser, não acha? - ponderei, chegando perto dos experimentos.
- É, acho que sim...
- Certo, olha. Estão separados nas estantes por ordem alfabética. Então "asas" deve estar lá na primeira - eu apontei para o fim da corredor.
- Isso - ele repentinamente pareceu mais confiante. - Eu só espero que não esteja muito no alto, por que a gente não tem seis metros.
Eu soltei uma leve risadinha e o segui até o começo da fileira.
- Eh... tem três vidros com "asas +" e quatro com "asas -"
- Esse sinal de 'mais' deve significar ganhar asas, e o de 'menos', perder. - avaliei.
- Certo. Então ficamos com os três primeiros. Dois deles têm um símbolo verde e só um tem o vermelho...
- Então... qualquer um dos dois serve?
- Acho que devíamos ficar com o da fita vermelha - ele pegou o frasco.
- Mas... - eu comecei.
- Pensa bem. A Jhudora não seria burra pra dizer pra qualquer invasor qual poção ele devia tomar, não é? Ela preferiria causar um caos!
Eu refleti um instante.
- Você tem razão, é o vermelho - eu finalmente respondi.

CAPÍTULO VII - POÇÃO

- Vamos ver se funciona então. - James disse ao abrir o recipiente com a poção branca.
- Tá, deixa eu tomar.
- De jeito nenhum! Vai que não funciona? Não vou deixar você correr esse risco. - ele discordou.
- Mas eu... - eu não sabia o que dizer, tinha ficado sem palavras ao vê-lo tentar se arriscar por mim - não posso deixar.
- Pode sim - ele virou o líquido todo de uma vez em sua boca. - ARGH QUE GOSTO HORRÍVEL! - gritou, com uma careta de asco.
- Como você tá se sentindo? - eu perguntei, preocupada.
- Normal. Só com um gosto ruim na língua.
E então ele começou a tremer.
- James... James, você tá bem? - eu me assustei.
- Eu...
Foi uma questão de segundos para aquilo terminar, mas eu jurei ter visto tudo em slow motion. James caiu no chão e começou a se contorcer e a berrar, seu pêlo cresceu no peito e nas patas, assim como sua cauda, e então, finalmente, de suas costas começaram a surgir duas saliências, que foram crescendo até não dar mais. E então, de uma vez só, abriram-se aquelas penas roxas.
- James! - eu o ajudei a se levantar.
- Eu estou bem... só... tonto... mas estou bem...
Ele estava simplesmente majestoso. As asas tinham o dobro do meu tamanho, seu pêlo comprido esvoaçava mesmo sem vento e seus olhos pareciam me convidar a seu abraço.
- Eh... - gaguejei, estonteada - vamos então.

CAPÍTULO VIII - FUGA

Lá fora todos se organizavam para ir para a Central de Neopia, na esperança de participar da grande comemoração. As crianças derrubavam seus chapéus de festa na euforia, deixando os pais malucos. Os jovens faziam de tudo uma piada, enquanto os mais velhos olhavam com olhar repreensivo.
- Ane, no três você corre e monta ns minhas costas, ok?
- Ok, mas... os Werhonds não estão olhando?
- Um caiu no sono e o outro está tentando acordá-lo... Se eu voar rápido e alto eles não tem como nos parar. Nem como avisar a Jhudora.
- Mas, James... Você sabe controlar as asas? Quero dizer, você só tem ela há cinco minutos...
- Eh... claro - ele pensou um instante e fez aquelas enormes asas aveludadas, que pareciam impossíveis de ser movidas, se levantarem e passar as penas macias em meu rosto. - É só eu desejar que se movam.
Com aquelas penas roçando em minha face eu me senti completamente segura e totalmente confiante.


A fuga na verdade foi mais tranquila do que eu jamais imaginaria. Os neopianos estavam tão ansiosos pela festa que não prestaram a menor atenção no cybunny voando em cima de um yurble (Aliás, voar foi a coisa mais maravilhosa que eu já fiz). O vento era forte e jogava minhas orelhas para trás, esfriando minha pele, mas o calor de James me confortava. Descobri lugares que eu jamais veria no plano, vi as diferenças de tons no mar. Olhar o mundo de cima te faz pensar em tanta coisa...

CAPÍTULO IX - NOVA VIDA

Eu e James achamos conveniente parar na Ilha do Mistério, onde viajantes comumente paravam. Porém, no dia seguinte quando eu acordei, James havia partido, deixando apenas um bilhete e um saco de neopontos.

A Ilha já não era meu lugar. Peguei o dinheiro e meus pequenos pertences e parti para a Central de Neopia numa manhã de domingo. Eu sabia que dali pra frente seria uma nova vida e eu não podia mais me prender ao meu passado.



por Chanel

Bem, quando as pessoas olham pra mim de longe só vêem uma pelúcia remendada e, ao se aproximarem, reparam no meu olho cego e sentem pena. E o que me irrita ainda mais é que ninguém tem coragem de perguntar o que aconteceu comigo (só as criancinhas, que são repreendidas pelos pais ao tocarem no assunto). É como se elas achassem que precisam me poupar do meu próprio passado, sem sequer conhecê-lo!
Talvez essa seja a razão para eu não me relacionar com a maioria dos neopianos. Eu sou intolerante a eles e eles pensam que devem me tolerar.
Enfim, se você estiver interessado em me conhecer além do rótulo de 'cega remendada', descobrirá que eu tenho uma personalidade calma. Eu costumo ficar sossegada no meu canto, sem querer dar muito trabalho ou chamar muita atenção. Assim, eu aparento ser meio deprimida, o que não é bem verdade. Eu sou muito sarcástica e um tanto impaciente, o que faz as pessoas desistirem de mim, às vezes.
Apesar disso tudo, eu sou muito leal e sei reconhecer meus limites e erros. Sou bastante segura de mim mesma e, modéstia à parte, dou ótimos conselhos. Tenho paixão pelo conhecimento e posso ser muito persuasiva...



Não entendo por que as pessoas têm fixado na mente que o petpet de apply precisa ser um mini-clone do pet. Logo, o petpet de um cybunny deve ser um snowbunny, certo? Bom, não nesse caso.

No seu caminho da Ilha até a Central, Ane fez uma parada pelos Bosques Assombrados, onde passou por um Acampamento Cigano e chegou num Vilarejo semi abandonado. Avançãndo até o cemitário neoviano, a cybunny viajante encontrou uma Sklyde cavando perto de algumas tumbas e, ao não notar ninguém ao redor que aparentasse ser seu dono, ela ofereceu ajuda à criaturinha. Porém, ela não parecia exatamente perdida de alguém, então Ane imaginou que ela teria perdido alguém (deu pra entender? .-.) Durante os primeiros dias, Jackness era cautelosa, sempre um pouco desconfiada, mas logo ela e a dona tornaram-se boas amigas.

Jackness é protetora, teimosa e corajosa e tem um enorme olfato pra aventuras. Ela adora deitar ao lado de Chanel enquanto ela estuda e adora ainda mais quando a dona lhe conta histórias. É emocionalmente bem equilibrada, o que alivia Ane, já que quando encontrou a sklyde abandonada imaginou que ela talvez já tivesse passado por muitos traumas.

No geral, não há por que reclamar dela. Exceto pela mania de caçar duendes no jardim (não, ela não sabe que os "duendes" são só joaninhas) e voltar pra casa cheia de terra, guardando sua incrível "caça" no armário da cozinha -q




Meu nome é Lorena (mais conhecida como Lola ou Lolosa), tenho 14 anos eu sou uma alienígena meio fora dos padrões e esteriótipos atuais - eu sou uma garota que é mega estudiosa MAS EU NÃO SOU NERD u_ú", que tem um estilo meio diferente, que pinta o cabelo de tudo quanto é cor ( só mechas, porque mamãe não me deixa pintar inteiro D: ), que adora jogar vôlei, que gosta de cozinhar, que detesta gente falsa, que é bastante impulsiva, que é meio agressiva e que ama doces *3*

Enfim, como não lhes interessa saber meu tipo sanguíneo ou se eu tenho intolerância a lactose, falemos sobre mim no Neopets. Não tenho adicionais, nunca tive muita vontade de ter, mas atualmente estou até considerando criar uma daqui um tempo. Atualmente eu só entro no neo umas 4 vezes por semana, por que é meu primeiro ano no Ensino Médio e eu tenho MUITA coisa pra fazer. Eu sempre deixo os pets no hotel durante a semana, porque eu nunca sei extamente o dia que eu vou entrar no neo... Mas quando eu entro eu fico entre 3 e 7 horas (lol). Eu costumo ficar nos fóruns, fazer art-trades, reformar minhas petpages, ficar jogando um ou outro joguinho random (jogar pra valer eu só jogo se estiver muito desocupada, o que é incomum, e por isso quase não tenho troféus), etc. Não costumo participar de concursos, só o de legendas (nunca ganhei) e raramente o de beleza (4º lugar uma vez). Não sou caçadora de avatares - Tenho pouquíssimos de jogos e alguns de itens.
Eu nem lembro como cheguei no neo, e que eu me lembre só tive duas contas: assim que eu entrei (lá por 2004/2005) criei uma chamada lupytta123456. Reparem a noobice desde o usuário. Nessa conta eu acreditava em spam, cheguei a copycatear um makeable (olha que habilidade) e ficava de mimimi nos fóruns. Eu achava que 10k eram uma verdadeira fortuna. Eu jogava Pulo do Hasee e só -q
Enfim, com essa maravilhosa conta noob ao quadrado eu fiquei ausente do neo um tempo e quando voltei acho que estava mais madura. Cancelei a conta anterior e criei a gatinha49006 (ok,o nome ainda era super noob),que começou com uma lupe azul e um xweetok verde. Naquela época eu ainda tinha o sonho de pintar a Lupy de baby, como todos os newbies, mas há algum tempo decidi que ela será eternamente azul *rainbow*. Enfim, algum tempo depois pinteio As de fantasma, um sonho realizado (eu fiquei eufórica, eu nunca pensei que teria dinheiro pra comprar um pincel) e fiquei me achando a veterana -n
Eu não cogitava a possibilidade de ter mais um pet, até ver um yurble fada lindoso, que eu descobri recentemente que era de uma super amiga minha aqui do neo e que eu até conheço pessoalmente LOL Anyway, apply ridícula, perdi. Algum tempo depois, tentei uma bori fada. Apply ridícula, perdi feio. Mais um tempo depois (qual é, minha conta tem 3 anos u_u) eu me apaixonei por um uni maraquano como nunca tinha antes e estava pra ganhá-lo, mas o dono foi congelado *morre*. Cheguei a fazer uma apply por tópico para um flotsan pelúcia e ficamos eu e a Sasuka na final, mas a dona tirou de última hora porque rolou um barraco lá no fórum. Cansei de apply por um tempo, até que ano passado eu vi um cybunny hallow UFA *aponta Cycy*. Fiz a apply com todo esforço e finalmente consegui sucesso em uma aplicação *---*
Well, eu achei que não iria mais applicar, que três pets já tava de bom tamanho, mas,bem... já dá pra imaginar. Um anúncio de uma Cy Plushie UFA nos fóruns bastaram pra me fazer mudar de idéia.




Espécie: Lupe
Cor: Azul
Sexo: Feminino
Nível: 17
Força: titânica
Defesa: MARAVILHOSO (24)
Movimento: MARAVILHOSO (22)
Inteligência: gênio mestre (63)

Irmã mais velha, Lupy procura ser sempre responsável. É extremamente carinhosa atenciosa. Adora ler e explorar. Ela também é muito teimosa, mas gosta de ouvir os outros. Ela acha dormir perda de tempo, por isso passa noites em claro, olhando para a lua. Sempre teve fama de brava, mas por dentro é um chocolate derretido. Seu maior sonho é viajar pelo mundo todo, conhecendo todos os lugares que existem.

Seu maior ídolo é o Tomos. Apesar de ele ser meio ladrãozinho, ela admira sua audácia e habilidade.
Ela foi criada por mim no meu primeiro dia de conta e será eternamente azul (por que, algo contra cor básica? u_ù). Já que ela foi a primeira, acho que refleti muito de mim na personalidade dela e por isso me identifico.

Seu petpet, Adam, é um Gruslen Branco meio agressivo e muitíssimo protetor. Não sei como ele e Lupy se dão tão bem, já que ninguém entende o que ele quer dizer com aqueles rosnados e "Ugga-ugga". Provavelmente é porque o Adam obedece a dona sem condições.





Espécie:Xweetok
Cor: Fantasma
Sexo: Masculino
Nível:17
Força: hercúleo
Defesa: mais que divino
Movimento: mach 3
Inteligência: gênio master (61)

Aslland é um xweetok super brincalhão e engraçado. Sempre se fazendo de bobo, mas é na verdade muito inteligente. Ele adora correr, explorar, cavar buracos na terra e comer. Não gosta que mexam no seu pêlo, é meio preguiçoso e odeia quando sua irmã não o deixa dormir, nas suas serenatas para a lua (sim, ele é um fantasma que dorme). Seu sonho é ser um herói reconhecido em Neopia.
Criado um dia depois da Lu, Aslland foi meu primeiro pet pintado (ele era verde antes)... Adoro ele pelo senso de humor que eu passo através dele. Amo muito ele e os outros, mas acho que não consigo demonstrar isso aos demais...

Seu petpet é um Altachuck chamado Guga. Ele é muito brincalhão, mas quando o Aslland puxa seus pêlos, chora igual a um bebê. Adora um carinho e teimar com o As.





Espécie:Cybunny
Cor: Halloween
Sexo: Masculino
Nível:7
Força: forte
Defesa: muito pesado
Movimento: chita
Inteligência: gênio

Caçula, Cycy (a TNT conseguiu bloquear o nome dele ¬¬) entrou na família por apply ano passado. É por enquanto o menos favorecido fisica e intelectualmente, mas está em desenvolvimento constante. É um cy quieto pra quem vê, mas muito simpático e animado com quem conhece. Muito conquistador, adora dar uma de galã. Apesar disso, dá muito valor aos amigos que tem e à família, pois seu maior medo é perdê-los sem que tenha dado o valor que eles mereciam.

Tem como petpet um spyder chamado Spy, que ele encontrou na sua saída dos Bosques Assombrados. Spy é extremamente curioso e um tanto medroso. Ele vive no ombro do Cycy, espiando tudo, mas qualquer sinal de algo diferente faz com que ele se esconda debaixo da orelha do dono.



Por que a Chanel?
A pergunta que desclassifica um montão de gente...
A verdade é que eu vi a dona anunciando nos fóruns e pensei "PELÚCIA?!?!?! O_O" e depois "CY?!?!?!?!? O_O". Aí eu resolvi fazer, óbvio, pela combinação de cor e espécie (afinal, você já viu alguém olhar pra um pet e se apaixonar pelo "rosto de gentil/doce/amigável" de um pet igual a outros mil?) Enfim, dois minutos depois de vê-la eu já comecei a pensar na personalidade e no custom e aí veio a história pra explicar o custom e tudo se montou imediatamente na minha cabeça. E conforme eu fui criando tudo, me apeguei a ela.

Quais são seus objetivos?
Em primeiro lugar, desenvolver suas habilidades, principalmente intelectual (ver livros na galeria de artigos). Batalhas não, concursos sim, pet ativo sim. Eu entendo o medo das pessoas ao deixar o pet novo ativo, mas eu acho que é superproteção mantê-lo sempre escondido, longe de tudo e de todos, sabe?
A Chanel também vai, claro, ter seu espaço na nossa neocasa.

Tem condições?
Não sou milionária, mas eu tenho uma boa quantidade de neopontos e tempo o suficiente pra dar atenção a todos meus pets. :D
Costumo deixar meus pets direto no hotel já que, como eu disse, nunca sei qdo vou entrar. Já que eu não preciso alimentar eles, então, eu fico lendo e brincando com eles~

Já foi congelada/advertida?
Nunca em nenhuma das contas, apesar de eu ainda me surpreender por não terem me congelado na lupytta123456 o_õ

UFA/UFT?
Minha opinião é igual a de 90% dos neopianos. Não gosto de UFT, não acho que os pets sejam um objeto de posse para serem trocados. UFA é claro, não pretendo ficar no neo pra sempre .-. Acho o método mais adequado de doar um pet, uma vez que o pretendente a dono tem que mostrar sua dedicação para que vc tenha certeza de que o pet estará em boas mãos.

Por que você?
Não sei, talvez a apply fale por mim .-.







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