História

Num país tão ínfimo e miserável que ter simplesmente o que comer todos os dias é algo para elite. Não davam a mínima para esse fim de mundo até que foi encontrado petróleo em seu subsolo, delimitado pelas mesmas cadeias de montanhas que delimitava as fronteiras da cidade. É óbvio que um país assim miserável não teria condições de explora-lo, e mais ainda que mil e um queriam apossar-se de tamanho tesouro. Com o governante não estando disposto a vende-lo, logo guerreavam contra potências. Como pode-se presumir, foram massacrados, o lugar pouco a pouco tomado. Havia, porém, um grupo que sobrevivera: Os civis. Eram todas aquelas pessoas que não tinham nenhuma ligação com a política e o exército, poucas as exceções. Todos tiveram parentes mortos na guerra, tem ódio infinito e mortal por quem atacou-os. Uniram-se, então, para lutar com garras e dentes contra eles, independente de todas as circunstâncias desfavorecedoras (afinal a únicas únicas coisas que lhes restam são a vida o desejo de vingança).

Ps¹: Até crianças podem estar na rebelião, mesmo que tenham, sei lá, três anos. Se souber andar já está bom, como eu disse eles não tem nada a perder, nem mesmo a honra, logo ética é uma coisa inútil que só vai atrapalha-los.

Ps²: É claro que seu personagem pode ser estrangeiro, dês de que tenha um bom motivo para lutar ao lado dos revoltosos.

Ficha

Nome (nome e sobrenome do personagem):

Idade (idade dele/dela):

Gênero (nada de comédia romântica u-ú):

Aparência (descrição, imagem ou os dois):

História (opcional):

Parentes mortos (quem ele/ela perdeu na guerra?):

Personalidade (como ele/ela é?):

Extras (coloque o que quiser -q):

Membros


orange_crows


barrybacon




periga



lucalelee


renael


pandahero_


c_luck_c


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carolegal


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O país

80% da população é rural, 15% urbana e não há dados do resto, pois são migrantes. A economia baseia-se na exportação de commodities. A única indústria presente chama-se l'Atelier e é uma filial de uma empresa francesa que produz roupas e sapatos de couro. Os habitantes praticam agricultura de subsistência e raramente encontra-se vendas. O centro da capital poderia ser comparado a um bairro comercial não muito frequentado e há uma incrível taxa de 2 habitantes por km² em quase todo o território. O meio de transporte mais comum é a cavalo, carros são praticamente inexistentes. A população concentra-se em pequenos vilarejos e costumam saber até quem é bisneto de quem. Há, entretanto, pequenas escolas espaçadas pelo país, mas como o estudo só é obrigatório até a quarta série, muitos saem de lá após esse período por causa de sua longinquidade. São tão poucas as pessoas que continuam que para ser professor deve-se apenas ter completado o ensino médio, as vezes só a oitava série (e o salário é até consideravelmente bom, segundo os padrões econômicos). O PIB Per Capita é o que equivale a 500 dólares, ou 3000 kérmas, a moeda local. O custo de vida por pessoa seria K$2065 em condições extremamente precárias (contando apenas alimentação diária, roupas e produtos de higiene pessoal), mas não há nem metade disso para a grande maioria. É ex-colônia francesa e é circundada por uma cadeia de montanhas que isola-a do resto do mundo. Seria um pequeno deserto não fosse a estranha composição do solo: Três metros de terra fértil e logo abaixo um lençol freático que brota em lagos aqui e ali (normalmente é ao redor desses que ficam as vilas); depois disso há várias camadas de terra e pedra até chegar no precioso petróleo. Há alguns pontos que é preciso apenas tirar bocado de terra com as mãos para brotar água (essa completa todo o seu siclo nessa planície). Essa peculiaridade trouxe-lhe o nome de Eau Germent. A língua oficial é o francês e poucos falam inglês. Está sendo invadido pela Inglaterra e França por causa do combustível fóssil que encobre cada milímetro de seu território subterrâneo.

Resumo

atualizado 22/01/2012, 09:34:02 NST

Espalhou-se pela cidade a notícia de que uma revolta estava sendo planejada, os interessados convocados a participar da primeira reunião logo que a chuva começasse. Houve o típico discurso convocando a população a rebelar-se e os presentes confirmaram sua participação. Um novo encontro foi marcado para a próxima tempestade, enquanto isso os revoltosos (lê-se personagens :3) buscam apanhar qualquer coisa que seja útil na construção de abrigos e armadilhas, além de mantimentos.

Um grupo saiu da cidade para buscar materiais úteis em locais mais distantes, mas em meio a isso depararam-se com um incêndio causado por soldados que buscavam dizimar sobreviventes. Por fim conseguiram voltar à cidade, mas não foi muito útil: Descobriram que aqueles estavam é limpando o caminho para chegar lá, com a sangrenta missão de acabar com qualquer sinal de vida ainda restante no lugar (no alvoroço que ficou a população restante com a revolta foram logo notados em imagens via satélite do Poogle Maps).


Credit

Layout by Sugary Premades



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