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Capítulo 1
Terra das Sombras. Esse era o nome daquele pequeno e sombrio vilarejo pertencente àquela ilha.
A brisa fria da manhã já começava a invadir o local e se expalhava como uma neblina traiçoeira por todos os lados. Enquanto que, os primeiros raios de sol, lutavam por espaço.
Não muito longe dali, depois da imensa floresta e de uma praia deserta, um garoto enfrentava o oceano.
Ele não sabia o que fazer e não tinha nada ou ninguém próximo de onde estava. Tudo à sua volta era apenas água, um silêncio assustador e uma escuridão profunda.
O menino tentava de tudo para conseguir nadar para chegar a superfície e...respirar, porém, não conseguia nem ao menos sair do lugar.
Em um certo momento, uma figura misteriosa e desconhecida surgiu na superfície da praia e encarou o desesperado menino.
Capítulo 2
O ser desconhecido mergulhou na água, nadou até de onde o garoto estava e começou a ajudá-lo a ir para a superfície. Assim que eles chegaram na praia, o menino, respirando ofegante, sentiu a brisa fria do dia tocar o seu rosto, tossiu algumas vezes e olhou para quem o havia ajudado.
Como a névoa invadia aquela vila todos os dias, ele só conseguiu ver uma imagem translúcida de
quem o ajudara. A garota possuía cabelos escuros e usava um vestido branco e um pouco longo. Seu rosto estava oculto pela névoa e, por isso, não era possível vê-la totalmente. Mesmo assim,o garoto começou a dizer algo, para agradecê-la, porém, nesse momento, um barulho tremendo invadiu todo o local, obrigando o menino a tapar os ouvidos.
Capítulo 3
William, mais conhecido como Will, abriu os olhos assustado e viu que estava em seu quarto...tudo não passou de um pesadelo.
Ao desligar seu terrível despertador, que emitia um som como o de uma voz rouca, ele levantou-se, lavou o rosto e foi tomar café. Já eram quase 11 horas e seus pais já haviam saído para trabalhar.
Apenas ele e seu irmão mais novo, Josh, estavam em casa. Mais tarde, mesmo não sabendo onde Josh estava, Will foi ver TV.
Olhando para uma mesa ao lado da televisão, o garoto reparou no livro que sua escola mandara todos os alunos de sua classe lerem naquela férias de julho: O mistério da névoa oculta; e ele nem havia ao menos aberto o livro.
Enquanto procurava um canal com algum clipe de uma música nova, Will ouviu um grito terrível vindo de algum lugar da casa. Era a voz assustada de Josh.
Capítulo 4
Will foi correndo na direção que ouvira o som, assim que entrou no quarto de Josh, não acreditou na cena que viu.
Josh estava tentando se livrar de uma simples barata que aparecera na janela de seu quarto. Depois de ajudar seu irmão a tirar o inseto do quarto, ele decidiu dar uma volta pelo bairro.
Mesmo sendo feriado e com o dia perfeitamente belo, sem nuvens no céu ou neblina por todos os lados, havia, como de costume, poucas pessoas na rua. Então, Will preferiu ir ao parque para ver se encontrava algum amigo de sua escola.
Quando chegou no lugar, estranhamente, não havia ninguém. Quando Will virou-se para ir embora, ele olhou para o outro lado da rua, como que se estivesse sido hipnotizado, e não acreditou no que viu.
Capítulo 5
Aquela mesma menina que aparecera em seu pesadelo estava andando calmamente do outro lado da rua. Ela usava a mesma roupa e o cabelo era igual também. Will reparou que a garota parecia um pouco distante e triste ou talvez, simplesmente perdida em pensamentos.
Ele ficou parado olhando para ela por alguns segundos, ainda sem acreditar no que estava diante de seus olhos a apenas alguns metros de distância - a pessoa que o salvou em seu pesadelo.
Sem pensar duas vezes, ele atravessou a rua e entrou no meio de uma pequena multidão que caminhava próximo da garota.
Sem saber onde ela iria, Will apenas a seguiu como se fosse uma sombra silenciosa que nunca abandona seu dono.
Capítulo 6
Em alguns minutos, a menina começava a seguir em direção à floresta do local, o que não era um lugar muito agradável para se visitar, principalmente à noite. Felizmente, ainda não era nem meio dia.
Quando a garota entrou realmente na floresta, Will não podia mais fingir que estava apenas andando pelas ruas e disse praticamente gritando, antes que ela fosse embora:
-Ei menina! Espere, eu quero falar com você.
Nesse momento, ela mudou de direção, virando para a direita, ao lado de uma enorme árvore perto de um poço. Will foi correndo até o lugar, no entanto, não havia ninguém.
De repente, uma mão fria tocou o ombro do garoto e uma voz sinistra disse:
-Você estava me procurando...estou aqui agora.
Capítulo 7
Will virou-se totalmente assustado e deu de cara com aquela misteriosa garota. Ela olhava calmamente para ele, mas seus olhos mostravam uma tristeza profunda mesclados com uma estranha curiosidade.
-Oi, eu queria falar com você, é que, bem...você apareceu no meu sonho e me ajudou a sair da água, porque eu estava me afogando- Will disse timidamente, quase se confundindo com as palavras.
-Que estranho, eu também sonhei com você- a garota disse.
-Sério?! E como foi seu sonho?!- o garoto perguntou espantado.
-Você não vai querer saber.
-Diga, não pode ser tão ruim assim.
-Bom...- a garota começou em um tom totalmente melancólico- no meu sonho, você morre.
Capítulo 8
Will arregalou os olhos e não conseguiu dizer nada.
-Eu disse que você não iria gostar de saber disso.
-Mas me diga...como eu...morro?- Will indagou quase gaguejando.
A garota olhou rapidamente pela floresta à sua volta, como se buscasse uma resposta para toda aquela confusão, mas, por fim, encarou o garoto e lhe explicou o que sonhara; em seguida, disse:
-Bom Will, agora que já te falei sobre meu sonho, tenho que ir embora- e virou-se indo em direção ao interior da floresta.
Capítulo 9
-Espere! Me diga pelo menos...qual é seu nome!?
Por um instante, ela tornou a olhar para ele e, com um sorriso, disse:
-Meu nome é Lucy.
O garoto apenas retribuiu o sorriso e pensou por um tempo no que ela havia dito a poucos segundos atrás e estranhamente, um detalhe importante havia lhe escapado. Ele repassou mentalmente toda a conversa e engoliu em seco.
Will caminhou mais dois passos em direção à Lucy e disse para ela um pouco confuso e assombrado:
-Eu não me lembro de te dizer como me chamo...Como você sabe meu nome!?
Capítulo 10
A garota achou hilária a pergunta no menino, por isso, falou quase rindo:
-Ora, no meu sonho. Onde mais poderia ser!?
Will apenas surpirou aliviado. Naquele momento, mesmo que por alguns segundos, ele ficou olhando para Lucy, sem dizer nada. Ela parecia uma garota normal, no entando, tinha um ar sinistro e sombrio, o que deixara Will assustado quando ela apareceu de repente. Quebrando o silêncio, Lucy olhou mais uma vez para o menino e disse:
-Ah, mas Will, é melhor você ir agora...antes que seja tarde demais.
Capítulo 11
Algumas horas depois, Will já estava em casa e refletia sobre o que Lucy lhe dissera na floresta. Mas já havia se passado horas e nada fora do normal acontecera.
Quando ele decidira começar a ler o livro: O mistério da névoa oculta, a campanhia tocou e ele pôde ouvir sua mãe, que estava na cozinha, falando para ele ir ver quem era.
Quando o garoto abriu a porta e olhou quem estava em sua frente, arregalou os olhos e piscou algumas vezes pois não acreditou no que estava vendo.
Agora ele sabia que Lucy estava totalmente certa.
Capítulo 12
Na frente do garoto estava um homem magro e um pouco alto, que usava uma roupa completamente esfarrapada e seu rosto possuía uma palidez imensa. O homem avançou um passo para tentar entrar na casa, mas Will não permitiu isto e fechou a porta na cara do sujeito. No entanto, o homem fora mais rápido e conseguiu colocar o pé na frente na porta, para que ela não se fechasse por completo.
Assustado, o garoto apenas segurava a porta e, por fim, acabou gritando:
-Pai! Tem um assassino querendo entrar aqui!
Capítulo 13
O pai de Will, Tad, que estava na cozinha, foi correndo até onde o menino estava; assim que chegou na frente da casa, viu Will apavorado segurando a porta.
Ele pediu para o garoto afastar-se e assim que o menino soltou a porta, Tad a abriu e olhou para aquele homem que o filho chamara de assassino. No instante em que olhou para o sujeito e começou a encará-lo, um arrepio de gelar os ossos percorreu todo o seu corpo.
Capítulo 14
Poucos segundos depois, Suze, a mãe de Will, juntamente com Josh também foram ver o que estava acontecendo na entrada da casa. Quando toda a família estava reunida e olhava para aquele estranho homem, o sujeito deu um passo para frente. Parecendo que queria dizer algo, ele sussurrou algumas palavras incompreensíveis e, em seguida, desmaiou na frente de todos. E Suze ao ver o homem caído, não conseguiu conter um grito abafado.
Capítulo 15
Mesmo com os protestos de Will, o homem foi levado para dentro da sala e colocado em um sofá. Não sabendo o que fazer, a família do garoto decidiu deixá-lo descansando e, enquanto isso, foram jantar.
Quando todos saíram da sala, o misterioso homem abriu um dos olhos e olhou ao seu redor. Vendo que estava sozinho, ele levantou-se do sofá sem nenhum ruído sequer e um sorriso sinistro expalhou-se pelo seu rosto.
Capítulo 16
Enquanto isso...
Will, Josh e seus pais jantavam silenciosamente na cozinha sem tirar aquele desconhecido homem de seus pensamentos;e foi neste momento que todas as luzes da casa apagaram-se de repente. O que resultou em gritos assustados, vozes apavoradas buscando uma resposta para aquilo e o barulho de uma porta abrindo-se.
Quando Tad conseguiu ligar as luzes, reuniu todos na sala de estar, mas havia algo errado...
A porta da sala, que levava para a rua, estava aberta, o homem que desmaiara a poucos também havia desaparecido...juntamente com Josh.
Capítulo 17
Em menos de uma hora, alguns policias amigos de Tad já estavam na casa de Will, logo, as perguntas que eles faziam aos pais do garoto, eram respondidas aos soluços.
Já eram quase 11 da noite quando Suze pediu para Will ir descansar, mas o garoto protrestou e disse que não iria antes de encontrar o irmão. Um policial que estava perto dos dois, ouvira a conversa, por isso, também disse ao garoto que o melhor para ele seria descansar um pouco naquele momento.
Assim, o menino, mesmo um pouco revoltado, foi para seu quarto. Logo que entrou, ele fechou a porta, abriu seu armário e pegou uma corda que achara, juntamente com sua única lanterna e sua melhor mochila. Will já sabia o que iria fazer.
Ele saiu escondido pela janela do quarto e começou a caminhar pela rua...indo em direção à floresta.
Capítulo 18
Naquele horário da noite, as ruas estavam totalmente desertas, o que não era tão ruim para Will, pois assim ele podia andar sem se preocupar em ser visto por alguém.
Quando chegou na floresta, a escuridão era imensa, por isso, ele ligou sua lanterna e começou a iluminar o caminho por onde iria passar.
Tudo que o garoto ouvia era o barulho das árvores e sua própria respiração.
Ele andava enquanto tentava descobrir por onde estava indo mas, foi nesse instante que ele tropeçou em algo e sua lanterna apagou-se...deixando-o em completa escuridão.
Capítulo 19
O garoto apavorado, tentava achar sua lanterna na terra e foi quando tocou em algo. Seus olhos já estavam acostumando-se com a escuridão, por isso, ele conseguiu ver que aquilo era o tênis que seu irmão estava usando naquele mesmo dia. Então ele estava no caminho certo.
O som de passos aproximando-se surgiu próximo de Will, algo apareceu em sua frente, sem o garoto ao menos perceber ou descobrir o que poderia ser. Assim, aquele ser pegou algo do chão e mirou na cara no menino. Deixando Will sem tempo de pelo menos gritar.
Capítulo 20
Uma luz ofuscante foi lançada diretamente no rosto de Will, o que obrigou o menino a olhar para outra direção e fechar os olhos.
Assim que olhou novamente, viu que quem estava ali, segurando sua lanterna, era Lucy:
-Will, você está bem!?
-Depois desse susto que você me deu, estou- ele respondeu quase ironicamente.
Levantando-se, Will olhou para a menina e perguntou esperançoso:
-Lucy, você sabe se meu irmão está por aqui!?
Ela olhou tristemente para ele e disse:
-Acho que sei onde ele está, só não posso garantir que esteja vivo.
Capítulo 21
Em questão de segundos, os dois já andavam apressados na direção em que Lucy apontara. Logo, chegaram em uma pequena casa no meio da floresta que parecia estar abandonada a anos...Apenas parecia.
Will, ao aproximar-se do local, viu que havia uma pequena janela quebrada, assim, foi até o lugar para ver a casa por dentro. Não havia ninguém. Quando ele viu que a porta da casa estava um pouco aberta, decidiu ir até lá e entrar.
Só que, neste momento, um grito terrível vindo da praia surgiu...era a voz apavorada de Josh.
Capítulo 22
Apressados e assustados, Will e Lucy chegaram em poucos minutos na praia. Mesmo com a névoa, Will viu que havia alguém saindo da água, ele correu até onde aquela pessoa estava e viu que era Josh. Assim que Josh viu o irmão, ele disse quase sussurrando e apontando para algo na água:
-Will...ele tentou me matar.
E desmaiou.
Will correu até o irmão e, olhando para o mar, viu que um pequeno barco aproximava-se da praia. E ele já podia imaginar quem estava no barco...
O garoto virou-se para pedir ajuda a Lucy, mas não a viu, ela havia desaparecido. Deixando-o completamente sozinho.
Capítulo 23
Totalmente apavorado, o garoto tentava achar um meio de sair VIVO daquela situação. Ele pensou em tentar acordar Josh, mas, provavelmente, ele só acordaria em algumas horas e eles não tinham todo esse tempo para fugir da praia.
O barco que Josh apontara, aproximava-se cada vez mais depressa da praia, fazendo com que o garoto apenas se preocupasse mais.
Um som conhecido começou a surgir nas redondezas da praia...Will, preocupado, só esperava que algo pior não estivesse por vir.
Capítulo 24
Atento àquele barulho distante que se aproximava cada vez mais, ele tentava descobrir o que poderia ser. Assim, Will quase não conseguiu ouvir o som de um galho quebrando-se próximo dele, mas, logo que ouviu o barulho, ele virou-se depressa e, olhando em volta, mesmo com a névoa, não conseguiu ver nada fora do comum.
Porém, nesse instante uma figura alta e sinistra surgiu diante do menino e o agarrou pelo pescoço...impedindo-o de respirar.
Capítulo 25
Will estava paralisado de susto e medo. Ele sabia que o máximo que podia ficar sem respirar eram 25 segundos. Então ele teria esse tempo para tentar salvar-se.
O garoto conseguiu pisar no pé do sujeito, no entanto, isso não causou nenhum efeito que pudesse ajudá-lo a fugir. Mesmo assim, ele conseguiu ver o rosto do homem, que era o mesmo que estivera em sua casa e agora estava tentando matá-lo.
Sem ideias e com seu pequeno tempo acabando, Will tentou gritar por socorro, mas, não adiantou nada.
De repente, alguma coisa pulou nas costas daquele homem, Will não conseguiu ver o que era, só imaginou que não fosse um animal selvagem, pois se fosse...ele estaria totalmente perdido.
Capítulo 26
Alguns segundos se passaram e, com o que estava acontecendo, Will finalmente conseguiu ver que o que que estava tentando ajudá-lo, era Josh. Ele havia acordado e agora estava ali para o alívio de Will!
Assim que Will conseguiu soltar-se, ele agradeceu mentalmente por poder respirar novamente. Logo, ele e seu irmão começaram a correr para tentar fugir daquele assassino.
Um som começou a aproximar-se, juntamente com algumas luzes...era a polícia local.
Ao ver aqueles carros aproximando-se, o homem ficou com uma fúria tremenda e, assim que conseguiu alcançar os garotos, derrubou Will no chão, fazendo o garoto bater acabeça em uma pedra.
As últimas palavras que ele conseguiu ouvir, foram as de Josh gritando assustado o nome do irmão.
Capítulo 27
Will abriu os olhos vagarosamente e viu que estava em um quarto todo branco e claro, por isso, percebeu que era o hospital. Ao olhar em volta, viu que Lucy estava sentada em uma pequena cadeira perto dele, assim que ele olhou para a garota, ela levantou-se e disse:
-Will...como você está?
-Estou bem- ele respondeu vagarosamente- mas Lucy...porque você sumiu aquela hora!? Eu precisava da sua ajuda.
-Desculpe ter ido sem avisar, mas eu fui chamar a polícia.
Will acalmou-se, mas, nesse exato instante, um fato veio à sua mente, ele estava ali, mas...e seu irmão!?
-Lucy, você sabe onde o Josh está!?- Will perguntou esperançoso.
Lucy olhou tristemente para ele e quando abriu a boca para dizer algo, a porta do quarto começou abrir-se.
Capítulo 28
Lucy, sem se despedir, foi embora correndo pela janela. O garoto achou estranho aquilo, mas preferiu não dizer nada.
Os pais de Will entraram no quarto, e vendo que o filho havia acordado, sentaram-se em um sofá e olharam para o garoto com uma expressão triste nos olhos.
-Que bom que você acordou Will- Suze disse, interrompendo aquele silêncio.
-Eu queria saber se o Josh está bem, ou se pelo menos, ele está...vivo??-Will perguntou apressado e preocupado.
-Bem...- começou Tad- assim que nós chegamos na praia, você estava caído no chão, o Josh...havia levado um tiro na perna e o culpado, aquele assassino Erik, estava tentando fugir de barco.
-Mas e agora...como ele está!?-Will perguntou, sentindo um frio na espinha.
Capítulo 29
Os 3 decidiram ir ver como Josh estava, assim, mesmo ainda sentindo um pouco de tontura e com um curativo na testa, Will levantou-se e seguiu os pais até um quarto ao lado. Assim que viram Josh lendo atentamente uma notícia em um jornal, o que era um fato raro, pois o garoto odiava ler, os 3 aproximaram-se do menino.
Logo que ele viu os pais e o irmão, chamou-os para irem ver aquilo que lia. Quando Will e seus pais começaram a ler, pareceram levar uma espécie de choque drástico pois não acreditaram nas palavras contidas no título daquela notícia: Fugitivo da cadeia morre afogado.
Capítulo 30
Uma semana já havia se passado, Will estava em seu quarto e refletia sobre tudo o que lhe ocorrera ultimamente
Durante aqueles dias, o menino havia feito um presente para Lucy- uma réplica de um coração feito à mão- mas até agora não havia entregado. Por isso,ele levantou-se de sua cama e já que não tinha muitas coisas para fazer naquele domingo, decidiu ir entregar o presente que ele fizera para a garota.
Caminhando até a floresta, que foi o primeiro lugar que lhe viera à mente, ele reparou que aquele mesmo parque que visitara a alguns dias atrás, estava vazio novamente, o que era muito estranho...
Quando chegou na floresta, o primeiro local que ele iria seria naquele poço.
Quando chegou no lugar, não viu ninguém. Porém, uma mão tocou seu ombro tão de repente, obrigando-o a virar-se rapidamente. Ao ver quem era, Will disse um pouco apressado e estendendo a mão com o embrulho colorido:
-Oi Lucy...eu fiz esse presente para você, sabe...por ter ajudado eu e o Josh naquele dia.
-Legal! Eu adoro presentes- ela disse alegre, pegando o presente- Obrigada.
Um barulho estranho surgiu como um estrondo, Will virou-se na direção do som, mas, não viu nada de anormal. Quando ele virou-se novamente na direção da garota, ficou surpreso e confuso...Lucy havia desaparecido.






Pegue apenas com a minha autorizaçao


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